Desde o momento de gestação do João planejava alguns brinquedos que considerava interessantes para ele. Muita coisa a gente acha legal, ou porque teve ou porque não teve. E, muitos brinquedos, vejo que são mais um desejo dos pais do que da criança. Então, é claro que fiz minha relação baseada nesses conceitos, mesmo sendo muito anticonsumo etc, com um discurso todo, a gente acaba tendo vários deslizes. E, minha inclinação à cultura norteamericana, tem vários motivos: entre eles, pais que adoravam o Elvis, e que viveram muitas coisas dos anos 50, o boom de enlatados americanos no Brasil, como o hábito de jogar boliche, usar roupas amerizanizadas, uma vez que tudo vinha de lá, inclusive os figurinos que minha mãe usava como modista da cidade.
Eu, quando criança, sempre quis ter um carrinho desses de carregar livros, brinquedos, porém, só via nos filmes ou desenhos norte americanos, pois, como já disse, sou fruto de uma cultura totalmente americanizada, pois olhei desde filmes de faroeste (que hoje as pedagogas de plantão morreriam com tamanho absurdo), Tarzan, Túnel do Tempo, Terra de Gigantes, Perdidos no Espaço, entre outros, para não cansar o leitor. E, quando via as crianças felizes na TV puchando seus carrinhos, mesmo na tela em preto e branco, achava o máximo e era um objeto de desejo:
Atualmente, há alguns há venda no Brasil, porém, com custo muito fora da realidade. Mostrei essa imagem ao meu marido e dei a ideia de confeccionarmos um para o João Elói. Então, papai, com a ajuda do Nono Fernando, já fizeram o dito carrinho, que está em fase de pintura (fotos em breve). E mamãe vetorizou o adesivo (o de baixo é a imagem vetorizada, vou ver a medida certa e imprimir em papel adesivo).
Estou louca para ver como vai ficar! O João já entendeu que é uma coisa para ele, e fica todo feliz quando vê o pai mexendo do projeto.


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